Corte no ritmo da fala
Todo silêncio, respiração e hesitação sai. O vídeo anda. É o que segura a pessoa nos três primeiros segundos, que é onde a maioria desiste.
Eu chego no imóvel com o equipamento, dirijo a gravação do começo ao fim e devolvo tudo editado, pronto para postar. Você só precisa aparecer e falar.
O cliente decide pelo vídeo antes de agendar a visita.
Você já sabe disso. O problema nunca foi entender que precisa aparecer — foi o que acontece depois. Você grava no corredor do apartamento, o vídeo fica tremido, o áudio ecoa na sala vazia, e o arquivo passa a semana parado no celular porque editar leva horas que você não tem entre uma visita e outra.
Aí o post sai atrasado, sem legenda, sem capa, e não parece o trabalho de quem vende imóvel de trezentos mil reais.
É esse pedaço que eu resolvo. Você continua fazendo o que sabe: atender, mostrar, negociar. A parte técnica sai de cima de você inteira.
Cinco etapas. Repare, na coluna da direita, em quantas delas exigem alguma coisa de você.
Antes de qualquer gravação, a gente conversa sobre a sua região, o tipo de imóvel que você trabalha e o público que você quer atrair. Corretor de primeiro imóvel não fala como corretor de alto padrão, e o vídeo precisa refletir isso.
No dia combinado eu chego no imóvel, no seu escritório ou na sua casa, com câmera, áudio, luz e estabilizador. Monto tudo, testo enquadramento e som, e conduzo a gravação. Se você travar na frente da câmera, a gente refaz quantas vezes precisar — ninguém acerta de primeira, e isso é normal.
Corte no ritmo da fala, correção de cor para o imóvel aparecer como ele é de verdade, áudio limpo sem eco, legenda, trilha licenciada e capa pensada para parar o dedo de quem está rolando o feed.
Recebe o material e me diz o que quer mudar. Corte, legenda, ordem das cenas, trilha, capa — eu refaço até você aprovar. Sem limite de alterações, em qualquer formato. Vídeo que você não posta com orgulho não serve para nenhum de nós dois.
O mesmo vídeo sai adaptado para Instagram Reels, TikTok, YouTube Shorts e status do WhatsApp — cada um com o corte, a duração e o enquadramento certos para a plataforma. Chega na sua nuvem, nomeado e organizado, pronto para publicar.
Não é palavra bonita. São seis decisões técnicas que separam o vídeo que parece feito por um profissional do vídeo que parece feito no intervalo do almoço.
Todo silêncio, respiração e hesitação sai. O vídeo anda. É o que segura a pessoa nos três primeiros segundos, que é onde a maioria desiste.
Imóvel gravado sem tratamento fica amarelado pela lâmpada e azulado pela janela na mesma cena. A correção deixa a madeira quente, o branco limpo e o ambiente com a cara que ele tem ao vivo.
Transições que acompanham o caminhar pelo corredor em vez de cortar seco. É o que dá a sensação de tour de verdade, e não de sequência de fotos em movimento.
Sala vazia ecoa e é o que mais entrega amadorismo. Redução de ruído, equalização da voz e nivelamento, para o som ficar limpo mesmo no celular sem fone.
A maior parte das pessoas assiste sem som. A legenda entra sincronizada, com destaque nas palavras que importam, sem cobrir o seu rosto nem o imóvel.
Música de catálogo licenciado para uso comercial. Trilha pirateada derruba o alcance do post e pode bloquear o seu perfil — e isso acontece mais do que se imagina.
Dois recursos que eu faço sob pedido, disponíveis em qualquer formato de trabalho.
O mapa do bairro em movimento, com os pontos que pesam na decisão do comprador aparecendo em leve relevo: mercado, escola, farmácia, praia, acesso à rodovia. É o recurso que faz o tour de bairro parecer produção de imobiliária grande em vez de vídeo de celular. E eu uso na medida certa — relevo suave, sem exagero de efeito que roube a atenção do imóvel.
Se você quer um vídeo mais movimentado — texto entrando animado, transições marcadas, números e informações do imóvel surgindo junto com a fala — eu edito nesse estilo. Se preferir o oposto, mais contido e cinematográfico, também. O estilo acompanha o seu público: alto padrão pede sobriedade, primeiro imóvel aceita mais energia.
Eu não tenho pacote de prateleira. Prefiro entender o seu momento e montar o formato que faz sentido para agora — uma diária de gravação, um vídeo avulso para testar, ou só a edição se você já filma sozinho.
Eu vou até você e a gente grava tudo de uma vez só.
Um vídeo por vez, orçado pelo que ele pede.
Você filma no celular, eu transformo em vídeo publicável.
Depende de três coisas: o formato, a quantidade de vídeos e o deslocamento. Por isso não tem tabela fixa aqui — eu prefiro te passar o valor certo do seu caso do que um número genérico que muda depois. Me chama e eu te respondo na hora, sem proposta de dez páginas e sem reunião de uma hora.
A que você está lendo agora. Se você quiser uma igual — com o seu nome, os seus imóveis e o seu contato, para mandar no WhatsApp ou colocar no link da bio — é só me falar. Corretor com página própria transmite outra coisa para quem está decidindo entre você e mais três.
Se a sua dúvida não estiver aqui, pergunta ali embaixo — eu respondo pessoalmente.
Não. É a coisa mais comum que eu escuto, e é justamente por isso que eu vou junto na gravação.
Na diária presencial eu conduzo: te digo onde ficar, o que falar e quando parar. Você não decora texto nenhum. E se errar, a gente grava de novo — errar é de graça, ninguém vê o material bruto além de mim.
Depende do formato (diária, avulso ou só edição), de quantos vídeos você quer e de onde você está.
Eu não publico tabela porque o valor certo do seu caso quase nunca é o número da tabela. Me manda uma mensagem dizendo o que você precisa e eu te respondo com o valor, sem enrolação.
Presencialmente eu atendo o litoral norte do RS: Xangri-lá, Capão da Canoa, Imbé e Tramandaí. Fora dessas, a gente combina o deslocamento à parte.
Se você é de outra região, o formato só edição funciona igual — você grava aí e eu edito daqui. Já trabalho assim com gente de outros estados.
Depende do volume, e eu te digo o prazo exato quando a gente fechar. O que eu garanto é que você sabe a data antes de começar — não fico te deixando no vácuo.
Você pede ajuste. E de novo, e de novo, até ficar do jeito que você quer.
Ajustes ilimitados na edição do material já gravado, sem contador de revisões e sem cobrança extra. A única coisa que entra em combinado novo é regravar do zero, se você mudar de imóvel ou de ideia sobre o conceito.
Na diária presencial, não precisa de nada — eu levo o meu equipamento.
No formato só edição, o seu celular resolve. Celular de hoje grava melhor que câmera profissional de dez anos atrás. O que faz diferença é luz, enquadramento e áudio — e isso está tudo no guia de gravação que eu te mando antes.
Não. Você pode começar com um vídeo avulso só para ver como é trabalhar comigo.
Se depois fizer sentido virar rotina, a gente conversa sobre continuidade. Mas não tem amarra para você experimentar.
Corte no ritmo da fala, correção de cor, áudio tratado, legenda sincronizada, trilha licenciada e capa. Sai pronto para publicar — nada de arquivo cru para você resolver depois.
E vem adaptado para cada rede: Reels, TikTok, YouTube Shorts e status do WhatsApp, cada um com o corte e a duração que funcionam ali.
Não, e desconfia de quem garantir.
O que eu faço é te dar material profissional e constante para você aparecer bem. O que acontece depois depende também do seu atendimento, do seu posicionamento e da sua persistência em postar. Vídeo bom em perfil abandonado não faz milagre.
Marca uma opção, preenche os campos e a mensagem já sai escrita direto no meu WhatsApp. Você não precisa pensar no que dizer.
Eu escrevi um book de 48 páginas sobre como o corretor sai de "mais um" para o profissional que o cliente procura pelo nome. Posicionamento, nicho, perfil no Instagram, roteiros de gravação, script de atendimento, resposta para as oito objeções mais comuns e uma rotina de 90 dias.
Ele existe porque vídeo bom em perfil sem posicionamento rende pouco. Enquanto eu cuido da produção, o book cuida do resto.
Você não precisa fechar nada comigo para ler o book — ele se sustenta sozinho. Mas todo cliente meu recebe o dele sem pagar nada a mais.
Do zero, sem template pronto. Se você chegou até esta linha, já viu o meu trabalho de site funcionando: o texto, o desenho, as perguntas ali em cima e o formulário que manda mensagem direto pro meu WhatsApp.
Site de portfólio para uma designer gráfica: apresentação, serviços, o processo em quatro etapas e os casos de marca que ela assinou.
Abrir o site → Visthera Serviço · imobiliárioA que você está lendo agora. Com seção de perguntas que abre ao toque e formulário que monta a mensagem sozinho e envia pelo WhatsApp.
Você já está nele O Corretor Inevitável Página de vendasPágina de venda de um e-book, com argumento, prova, oferta e checkout ligado. Feita para converter, não só para informar.
Abrir o site → MAKER BLK Audiovisual · litoral norteO mais extenso dos quatro: serviços, o processo em sete etapas, portfólio de clientes, perguntas frequentes e formulário que cai no WhatsApp deles.
Abrir o site →Não é só para corretor. Se você vende alguma coisa e hoje só tem o Instagram, um site resolve o que o perfil não resolve.
Depende do tamanho. Uma página só não é a mesma coisa que um site com várias seções, formulário e checkout — então não tem preço de tabela aqui.
Antes de eu passar qualquer valor, a gente conversa: eu preciso entender o que você vende, para quem, e o que o site precisa fazer. Esse estudo faz parte do trabalho e é o que evita você pagar por um site bonito que não serve pra nada.
Me chama que eu te passo o valor do seu caso — é uma conversa, não um formulário de dez páginas.
Se é gravar, se é editar, se é não saber o que falar na frente da câmera. Manda mensagem contando, e eu te digo o que dá para resolver primeiro — mesmo que não seja comigo.
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